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sábado, 29 de janeiro de 2011

A imagem de um grou da Manchúria, feita por Huajin Sun, ficou em 2º lugar nessa categoria. A ave chega a medir 1 metro e é identificada por uma "coroa" vermelha na cabeça



Em 1º lugar na categoria "Extinto na natureza ou sob grave ameaça" ficou a foto de Shanne McInnes, uma espécie de papagaio da Nova Zelândia
Em 1º lugar na categoria "Extinto na natureza ou sob grave ameaça" ficou a foto de Shanne McInnes, uma espécie de papagaio da Nova Zelândia


Na mesma categoria, quem ficou em 2º lugar foi um brasileiro. Sávio Freire Bruno fotografou um pato-mergulhão, que corre risco de extinção, com seus filhotes


Na mesma categoria, quem ficou em 2º lugar foi um brasileiro. Sávio Freire Bruno fotografou um pato-mergulhão, que corre risco de extinção, com seus filhotes






A foto que ficou em 3º lugar é a de um beija-flor originário do Peru, de Daniel Rosengren




A foto que ficou em 3º lugar é a de um beija-flor originário do Peru, de Daniel Rosengren






O 4º lugar na categoria de pássaros ameaçados ficou com Csaba Barkóczi, por esta foto de uma abetarda indiana grande em pleno voo


O 4º lugar na categoria de pássaros ameaçados ficou com Csaba Barkóczi, por esta foto de uma abetarda indiana grande em pleno voo




Esta foto de uma espécie de beija-flor originária de Honduras, de autoria de Robert E. Hyman, ficou em 5º lugar na categoria "Extinto na natureza ou sob grave ameaça"


Esta foto de uma espécie de beija-flor originária de Honduras, de autoria de Robert E. Hyman, ficou em 5º lugar na categoria "Extinto na natureza ou sob grave ameaça"




Martin Hale ficou em 5º lugar na categoria de pássaros ameaçados com esta imagem de dois mergansos, espécie de patos mergulhadores que se alimentam de peixes


Martin Hale ficou em 5º lugar na categoria de pássaros ameaçados com esta imagem de dois mergansos, espécie de patos mergulhadores que se alimentam de peixes




A ideia do concurso é chamar atenção para aves que correm risco de extinção. É o caso do fregata andrewsi, um pássaro endêmico da Ilha Christmas (território da Austrália)
A ideia do concurso é chamar atenção para aves que correm risco de extinção. É o caso do fregata andrewsi, um pássaro endêmico da Ilha Christmas (território da Austrália)




Vencedora na categoria de pássaros ameaçados, a foto de Quan Min Li mostra um Íbis-do-japão em pleno voo
Vencedora na categoria de pássaros ameaçados, a foto de Quan Min Li mostra um Íbis-do-japão em pleno voo










A imagem de um grou da Manchúria, feita por Huajin Sun, ficou em 2º lugar nessa categoria. A ave chega a medir 1 metro e é identificada por uma "coroa" vermelha na cabeça
A imagem de um grou da Manchúria, feita por Huajin Sun, ficou em 2º lugar nessa categoria. A ave chega a medir 1 metro e é identificada por uma "coroa" vermelha na cabeça


A palila (Loxioides bailleui) é um pássaro que existe apenas no Havaí e sofre com a competição de outros animais


A palila (Loxioides bailleui) é um pássaro que existe apenas no Havaí e sofre com a competição de outros animai


O íbis eremita desapareceu da Europa há 300 anos e hoje só alguns exemplares podem ser encontrados no Oriente Médio
O íbis eremita desapareceu da Europa há 300 anos e hoje só alguns exemplares podem ser encontrados no Oriente Médio




Fotógrafos de todo o mundo participaram do concurso "Os pássaros mais raros do mundo". 

A ideia do concurso é chamar atenção para aves que correm risco de extinção. 

O objetivo do concurso era reunir o maior número de fotos das 566 espécies ameaçadas, de todas as partes do mundo. 

O brasileiro Sávio Freire Brunofoi um dos premiados, na categoria "Extinto na natureza ou sob grave ameaça", com uma imagem de um pato-mergulhão.
A foto que ficou em 3º lugar é a de um beija-flor originário do Peru, de Daniel Rosengren

Mudança do Código Florestal põe em xeque liderança ambiental do Brasil




Diante da imprensa internacional, os representantes do governo brasileiro evitam falar sobre o assunto em Cancun. Mas o projeto de lei que altera o Código Florestal brasileiro está na pauta de quem acompanha a discussão ambiental em qualquer parte do mundo.
Logo na primeira coletiva de imprensa com a delegação brasileira, lá está a pergunta. Indagado sobre o projeto que levanta polêmica em solo nacional, e também fora dele, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo prefere não comentar o assunto: “Temos que aguardar o resultado da votação no Congresso Nacional”.
A equipe brasileira é vista pela comunidade internacional como muito bem preparada em termos de dados científicos – além da fama de duros negociadores –, mas há a desconfiança generalizada de que a alteração no Código Florestal vá na contramão do compromisso que o Brasil tenta reafirmar em Cancun: diminuição das emissões e proteção das florestas.
“Os grupos que estão atuando nestas duas frentes [negociações em Cancun e alteração do Código Florestal] não são os mesmos, isso explica a desconexão de uma postura com a outra. Uma envolve interesses internacionais e a outra se volta para a situação local. É lamentável que isso seja tratado desta forma”, analisa Gerd Sparovek, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e um dos cientistas brasileiros mais atuantes na área.
Falta de coerência
Mas por que a discussão sobre o quanto proteger as matas brasileiras por força de lei interessaria ao demais países do mundo? Além da importância econômica crescente no cenário mundial, o Brasil também se candidata a liderar o pelotão internacional em busca do desenvolvimento com baixas emissões de gases de efeito estufa.
E o Código Florestal tem tudo a ver com isso, afinal o Brasil possui a maior quantidade de florestas tropicais que ainda está de pé no planeta, além do cerrado, da caatinga e dos pampas. As mudanças propostas no projeto de lei do deputado Aldo Rebelo são vistas, por muitos, como enfraquecimento da legislação ambiental.
“E não é só isso. A comunidade internacional que acompanha a discussão vê uma falta de coerência na postura brasileira. Esse novo código pode minar a liderança e projeção internacional que o Brasil está pleiteando”, alerta Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente do WWF no Brasil.
A lei em vigor atualmente, de 1965, dispõe sobre as áreas de preservação permanente (APPs), como matas ciliares e topos de morro, e as reservas legais (RLs), que são partes de propriedades privadas que não podem ser desmatadas. No entanto, a lei é uma das mais desrespeitadas no Brasil: estima-se que mais de 80 milhões de hectares estejam em desacordo com a legislação.
Rebelo propõe uma flexibilização: entre as mudanças mais polêmicas estão a redução das APPs nas margens de rios de 30 metros para 15 metros, a isenção de reserva legal para a agricultura familiar e o desconto de até quatro módulos fiscais para o cálculo da reserva em médias e grandes propriedades. O projeto quer, ainda, perdoar quem nunca obedeceu a legislação vigente.
Aumento de emissões com o novo Código Florestal
A sociedade científica, segundo Gerd Sparovek, foi pega meio de surpresa. O próprio pesquisador participou de diversos debates na tentativa de identificar os problemas em jogo. E enquanto o projeto não é votado – já foi aprovado em julho pela comissão especial, precisa ir ao plenário da Câmara e passar pelo Senado antes de seguir para sanção presidencial –, diversos estudos indicam um aumento substancial de emissões se a novo Código for aprovado.
“O [Código Florestal] substitutivo não colabora para que ocorra a redução de desmatamento no Brasil nem para que a pecuária de corte, que ocupa a maior parte das terras do Brasil, se intensifique, se torne mais produtiva. Ambas as condições, a eliminação dos desmatamentos e a modernização e intensificação da pecuária, são essenciais para a redução das emissões de GEE (gases do efeito estufa) do Brasil”, afirma Spavorek.
Nesta quarta-feira (01/12), Brasília comunicou ao resto do mundo um feito histórico: o registro da menor área desmatada na Amazônia dos últimos 23 anos, desde que o monitoramento passou a ser feito via satélite, em 1988. Os dados do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) estimam uma área de 6,4 mil quilômetros quadrados desmatados entre agosto de 2009 e julho de 2010, uma redução de 13,6% em relação ao período anterior. Ainda assim, a área da floresta destruída equivale a aproximadamente 640 mil campos de futebol.
Antes que esses números sejam usados para ajudar o novo Código Florestal a ganhar força, Spavorek alerta: “Essas duas coisas não estão vinculadas, não tem relação de causa e efeito. Caso seja feito esse vínculo, ele é enviesado e oportunista, e certamente não vai ajudar a entender as reais consequências e impactos das mudanças sugeridas no projeto.”
O fato de o atual Código Florestal ser uma das leis mais desrespeitadas no Brasil pode indicar, sim, que a legislação precisa de mudanças. “Ninguém está dizendo que não há espaço para melhoria no Código. Mas o que não pode haver é uma grande distância entre o que o Brasil diz lá fora e a prática do que é feito aqui dentro”, diz Scaramuzza, do WWF no Brasil.
Autora: Nádia Pontes

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ARMADILHA PARA PEGAR O MOSQUITO DA DENGUE

ARMADILHA PARA PEGAR O MOSQUITO DA DENGUE



A "mosquitérica", é uma armadilha para mosquitos desenvolvida pelo Professor MAULORI CABRAL da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que ele apresentou em um noticiário da TV GLOBO no último dia 12 de março.

Esse é o passo a passo, com fotografias, como construir a tal armadilha a custo quase zero!

Na foto acima, o material necessário:
Uma garrafa pet, o anel de lacre da tampa da garrafa, tesoura, fita isolante, lixa para madeira de número 180, um pedaço de filó (15 x 15 cms) de trama fina, do tipo usado em mosquiteiros ou telas de janelas contra mosquitos e um grão de ração para gatos (não serve ração para cães), ou três ou quatro grãos de arroz ou alpiste levemente amassados.
A garrafa pet deve ser cortada em duas partes, formando um "copo" e um "funil".

A boca do funil deve ser vedada com o pedaço de filó que será fixado com o anel de lacre da tampa da garrafa pet e a parte interna do "funil" deve ser lixada até ficar áspera e fosca.

Agora, a montagem final:
Coloque no fundo do "copo" o grão de ração para gatos ou os grãos de arroz ou alpiste amassados.
Encaixe o "funil" com a boca para baixo dentro do "copo" e vede o conjunto com a fita isolante.
Encha com água até a metade do "funil" e complete este nível com água sempre que necessário.
A armadilha para mosquitos está pronta e deve ser colocada em algum lugar da casa a salvo da luz solar!
Vamos explicar como funciona a armadilha:
A superfície interna do "funil", áspera e fosca, facilita a evaporação da água, o que atrai as fêmeas dos mosquitos.
Como a água possui material orgânico, originário da ração para gatos ou dos grãos de arroz ou alpiste, a fêmea do mosquito colocará seus ovos na superfície da água no interior do "funil", pois o material orgânico irá servir de alimento para as larvas.
Quando os ovos eclodem, as larvas mergulham em busca do alimento e como são muito pequenas, atravessam o filó da boca do "funil".
Mas as larvas crescem, se transformam em mosquitos e não conseguem voltar através do filó ficando presos (os mosquitos adultos), dentro da armadilha até que morram!
Esta armadilha é, possivelmente, o mais seguro, barato e eficaz método de extermínio de mosquitos, pois o combate tradicional é feito com o uso de substâncias tóxicas (inseticidas) usados para matar larvas ou os insetos adultos.
A realidade vem mostrando que o uso de inseticidas não só não acaba com os mosquitos como causa efeitos prejudiciais ao meio ambiente, pois mata todos os insetos, interferindo na cadeia alimentar de pássaros, por exemplo, além de causar danos também à saúde de seres humanos.
Se você montar uma dessas armadilhas em sua casa, dentro de pouco tempo poderá observar larvas de mosquitos na água em seu interior.
Para saber se as larvas são do mosquito AEDES AEGYPTI (transmissor da DENGUE), basta aproximar o foco de luz de uma lanterna, se as larvas fugirem da luz, são do AEDES AEGYPTI, se as larvas não fugirem da luz, são de mosquitos comuns.
O AEDES AEGYPTI não gosta de luz!
Em qualquer dos casos você já estará no lucro porque ninguém gosta de mosquitos!
A eficácia de tal armadilha reside no fato de que ela interrompe o ciclo vital dos mosquitos, porque a fêmea que coloca seus ovos ali não se reproduzirá.
O ciclo vital do mosquito transmissor da DENGUE dura cerca de 15 dias e cada fêmea põe cerca de 400 ovos.
Se cada residência tivesse uma armadilha dessas talvez o problema da DENGUE já estivesse solucionado.
Resta agora às autoridades divulgar e disseminar o projeto do Professor MAULORI CABRAL!

Obs.: Também é bom usar inseticidas sem CFCs para matar os mosquitos adultos!

Curiosidade:
Nas minhas pesquisas pela internet, eu vi vários nomes dessa armadilha:
Mosquitérica, mosquiteca, mosquitério, mosquitoeiro, etc.
Fonte:
http://voxlibre.blogspot.com

Divulgação:
http://natureza-brasileira.blogspot.com